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VALCYTE 450MG COM 60 COMPRIMIDOS

  • VALCYTE 450MG COM 60 COMPRIMIDOS
  • código: 015228
    marca: ROCHE

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    à vista no boleto



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    contate-nos: 0800.606.1410


- tratamento de retinite síndrome da imunodeficiência adquirida

ESPECIFICAÇÕES DO PRODUTO:

Valcyte® 
(cloridrato de valganciclovir) 


Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. 
Comprimidos revestidos 
450 mg 


Valcyte
cloridrato de valganciclovir 


Antiviral 


APRESENTAÇÃO 
Frasco com 60 comprimidos revestidos. 


VIA ORAL 
USO ADULTO 


COMPOSIÇÃO 
Cada comprimido de Valcyte® contém: 
Princípio ativo: 496,3 mg de cloridrato de valganciclovir (equivalente à 450 mg de valganciclovir) 
Excipientes: povidona, crospovidona, celulose microcristalina, ácido esteárico, mistura de 
revestimento (hipromelose, dióxido de titânio, macrogol, óxido de ferro vermelho e polissorbato). 


INFORMAÇÕES AO PACIENTE 
Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações a seguir. Caso não esteja seguro a 
respeito de determinado item, por favor, informe ao seu médico. 


1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO? 
Valcyte® é indicado para o tratamento de retinite (inflamação da retina) por citomegalovírus (CMV) 
em pacientes com síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) e como profilaxia da doença por 
citomegalovírus em receptores de transplante de órgão sólido (TOS) de alto risco (doador soropositivo 
para CMV e receptor soronegativo). 


2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA? 
O citomegalovírus (CMV) é um vírus da família herpes vírus, e cerca de 50% a 75% dos adultos já foram 
infectados por ele. Nos indivíduos com o sistema de defesa íntegro, o CMV permanece em estado dormente. 
Em indivíduos com o sistema de defesa enfraquecido, como os doentes com AIDS, ou em pacientes que 
receberam transplante de órgão e fazem uso de medicação contra rejeição, o CMV torna-se ativo e causa 
doença. Em pacientes com AIDS, a retinite (inflamação da retina) é a manifestação mais frequente do CMV. 
Em pacientes que receberam transplante de órgãos, a doença pelo CMV pode causar várias complicações, 
entre elas a perda do órgão transplantado. Valcyte® é um antiviral que contém o ingrediente ativo valganciclovir. 
Depois de ingerido, é rapidamente convertido para ganciclovir e age interrompendo a reprodução do CMV. 
Em um estudo clínico com pacientes com AIDS e retinite por CMV em que Valcyte® foi comparado ao 
ganciclovir, observou-se um tempo médio para progressão da retinite de 226 dias (mediana de 160 dias) no 
grupo que usou Valcyte®, nos períodos de indução e de manutenção. 


3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? 
Valcyte® é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida ao valganciclovir, ao ganciclovir ou a 
qualquer componente do produto. 


4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 
Você deve utilizar Valcyte® conforme prescrito pelo seu médico. Em animais, foi verificado que o ganciclovir é 
mutagênico (pode causar dano à molécula de DNA), teratogênico (pode causar malformação), carcinogênico 
(pode causar câncer) e aspermatogênico (pode alterar a produção de espermatozoides). Portanto, Valcyte® 
pode causar defeitos de nascimento, câncer e inibição temporária ou permanente da espermatogênese (formação 
de espermatozoides) Por causa da semelhança entre as estruturas químicas de Valcyte®, de aciclovir e valaciclovir, 
pode ocorrer reação de hipersensibilidade cruzada entre esses medicamentos, ou seja, se você desenvolveu alergia 
a um desses fármacos, pode apresentar reação alérgica a Valcyte®. Leucopenia, neutropenia, anemia, trombocitopenia, 
pancitopenia graves, depressão da medula óssea e anemia aplástica foram observadas em pacientes tratados com 
Valcyte® e ganciclovir. Portanto, seu médico deve solicitar testes laboratoriais para contagem de células do sangue 
antes do início do tratamento com Valcyte® e durante o tratamento. Pode ser necessário o tratamento com fator de 
crescimento hematopoiético (favorece a proliferação de células do sangue) e/ou a interrupção da dose de Valcyte®. 
Ganciclovir oral NÃO pode ser substituído por Valcyte® na mesma quantidade (um para um) devido ao risco de 
superdose (vide item “O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A 
INDICADA DESTE MEDICAMENTO?”). 


Efeitos sobre a capacidade de conduzir veículos ou operar máquinas 
Convulsões, sedação, tontura, ataxia (incapacidade de coordenar o movimento muscular durante um movimento 
voluntário) e/ou confusão foram relatadas em decorrência do uso de Valcyte® e / ou ganciclovir. Caso ocorram, 
tais efeitos podem afetar tarefas que requerem agilidade, inclusive a habilidade para dirigir veículos ou operar máquinas. 


Até o momento, não há informações de que Valcyte® possa causar doping. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico. 


Gravidez e lactação 
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do 
cirurgiãodentista. 
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término e se você estiver 
amamentando. 


Os estudos de toxicidade reprodutiva com valganciclovir não foram repetidos por causa da rápida e extensa conversão 
para ganciclovir. O ganciclovir causa disfunção na fertilidade (possibilidade de engravidar) e teratogenicidade (malformação 
no feto) em animais. A segurança de Valcyte® para uso em humanos durante a gravidez não foi estabelecida. O uso de 
Valcyte® deve ser evitado por mulheres grávidas, a menos que os benefícios para a mãe justifiquem os riscos potenciais 
ao feto. Se você estiver em idade fértil, deve ser orientada a utilizar métodos de contracepção eficazes durante o tratamento 
com Valcyte®. Os pacientes do sexo masculino devem ser orientados a utilizar um método anticoncepcional de barreira 
durante o tratamento e por, no mínimo, 90 dias após o término do tratamento com Valcyte®. Como a possibilidade de 
ganciclovir ser excretado no leite materno não pode ser excluída, causando reações adversas sérias na criança, seu médico 
deve avaliar a necessidade de descontinuar o medicamento ou a amamentação, levando em conta o benefício potencial de 
Valcyte® para a mãe lactante. 


Idosos 
A segurança e a eficácia não foram estabelecidas nessa população de pacientes. 


Crianças 
A segurança e a eficácia não foram estabelecidas nessa população de pacientes. O uso de Valcyte® não é recomendado 
em crianças. 


Insuficiência renal 
Se você tem insuficiência renal, é necessário que o médico faça ajustes da dose de Valcyte® baseados na depuração de 
creatinina e monitore cuidadosamente os níveis de creatinina sérica ou da depuração de creatinina. Se você faz hemodiálise, 
é recomendado o uso de ganciclovir intravenoso no lugar de Valcyte®. 


Ingestão concomitante com outras substâncias (interações medicamentosas) 
Valcyte® é metabolizado para ganciclovir; portanto, as interações associadas ao ganciclovir são esperadas para Valcyte®. 
Por isso, é muito importante que seu médico seja informado se você estiver tomando outros medicamentos, incluindo 
probenecida, zidovudina, didanosina, micofenolato de mofetila, zalcitabina, trimetoprima , ciclosporina e outros medicamentos 
antivirais, mielossupressores (diminuem a produção de células sanguíneas pela medula óssea) ou medicamentos associados à 
insuficiência renal (como dapsona, pentamidina, flucitosina, vincristina, vimblastina, adriamicina, anfotericina B, análogos 
nucleosídeos, hidroxiureia e interferons peguilados / ribavirina), entre outros. Deve-se ter cuidado especial se você já estiver 
em tratamento com zidovudina . A administração conjunta desse medicamento com Valcyte® pode levar à redução do número 
de neutrófilos (glóbulos brancos) e anemia e alguns pacientes podem não tolerar a terapia concomitante com dose plena. 
Pacientes que recebem probenecida e Valcyte® devem ser monitorados rigorosamente quanto à toxicidade por ganciclovir. 
Os pacientes em uso de Valcyte® e didanosina devem ser monitorados cuidadosamente devido ao risco de toxicidade por 
didanosina. 
Foram relatadas convulsões em pacientes em uso de imipenem-cilastatina (usado como antibiótico) e ganciclovir. Valcyte® 
não deve ser usado concomitantemente com imipenem-cilastatina, a menos que os benefícios potenciais superem os riscos 
potenciais. 


Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. 
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. 


5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO? 
Você deve conservar Valcyte® em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC). 


Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. 
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. 


Descarte de medicamentos não utilizados e / ou com data de validade vencida 
O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto, 
e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local estabelecido, se disponível. Os comprimidos 
revestidos de Valcyte® são ovais, convexos, de coloração cor-de-rosa, com “VGC” gravado de um lado e “450” do outro. 


Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. 
Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico 
para saber se poderá utilizá-lo. 


Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. 


6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? 
Cuidado: você deve seguir exatamente as recomendações de dose indicada pelo médico, para evitar superdose. 


Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado. 


Tendo em vista que Valcyte® tem potencial para causar danos ao feto e câncer em humanos, devem ser adotadas precauções 
para o manuseio de comprimidos quebrados. Evite contato direto dos comprimidos quebrados ou esmagados com a pele ou com 
as mucosas. Caso ocorra contato, lave minuciosamente a pele com água e sabão e enxágue os olhos abundantemente com água 
corrente. 


Você deve tomar Valcyte® por via oral e junto com alimentos. 


Tratamento de indução (dose de ataque) para retinite por CMV 
Para pacientes com retinite ativa por CMV, a dose recomendada é de 900 mg (dois comprimidos de 450 mg), duas vezes ao 
dia, durante 21 dias. O tratamento de indução prolongado pode aumentar o risco de toxicidade na medula óssea. 


Tratamento de manutenção para retinite por CMV 
Em seguida ao tratamento de indução, ou em pacientes com retinite inativa por CMV, a dose recomendada é de 900 mg 
(dois comprimidos de 450 mg), uma vez ao dia. Os pacientes com piora da retinite podem repetir o tratamento de indução. 


Prevenção da doença provocada por CMV no transplante de órgãos 
Em pacientes receptores de transplante renal, a dose recomendada é 900 mg (dois comprimidos de 450 mg), uma vez ao dia. 
O tratamento deve ser iniciado até o 10º dia após o transplante e mantido até o 200º dia pós-transplante. Em pacientes 
receptores de transplante de órgão sólido que não seja o rim, a dose recomendada é de 900 mg (dois comprimidos de 450 mg), 
uma vez ao dia. O tratamento deve ser iniciado até o 10º dia após o transplante e mantido até o 100º dia pós-transplante. 


Instruções de dose em populações especiais 
Para pacientes adultos com insuficiência renal, o médico deverá ajustar a dose de acordo com a depuração de creatinina. 
A dose de indução pode variar de 450 mg, a cada dois dias, até 450mg, duas vezes ao dia, e a dose de manutenção pode 
variar de 450 mg, duas vezes por semana, até 450 mg, uma vez ao dia. 


Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. 
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. 


7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 
Se você esquecer de tomar uma dose de Valcyte®, tome-a assim que se lembrar e retorne ao esquema de tratamento habitual. 
Entretanto, se estiver quase no horário da próxima dose, pule a dose que você esqueceu e tome a próxima dose no horário habitual. 
Não tome dose dobrada para compensar a que você esqueceu. 
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista. 


8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? 
Além dos efeitos benéficos de Valcyte®, é possível que ocorram efeitos indesejáveis durante o tratamento, mesmo quando administrado 
conforme a prescrição. O médico pode interromper o tratamento temporária ou definitivamente, dependendo de suas condições. 
Você deve verificar todos os possíveis efeitos adversos do uso de Valcyte® com o seu médico. Se você apresentar sintomas como febre, 
tremores, fortes dores, dificuldade em respirar ou outros efeitos indesejáveis, você deve contatar seu médico imediatamente. 
Se você está preocupado com esses ou outros efeitos adversos, fale com seu médico. As seguintes categorias de frequência serão 
utilizadas nesta seção: muito comum (≥ 10%), comum (≥ 1% a <10%), incomum (≥0,1% a <1%), raro (≥0,01% a <0,1%) e muito 
raro (<0,01%). 


Experiência dos estudos clínicos com Valcyte® 
Como valganciclovir é um pró-fármaco do ganciclovir, é esperado que os efeitos indesejáveis sabidamente associados ao uso de 
ganciclovir ocorram com Valcyte®. Todos os eventos adversos observados nos estudos clínicos de Valcyte® haviam sido observados 
previamente nos estudos realizados com ganciclovir. 


Tratamento de retinite por CMV em pacientes com AIDS 
Os eventos relatados com maior frequência em estudos clínicos com pacientes adultos com retinite causada por CMV tratados com 
Valcyte® foram diarreia, neutropenia e febre. Vide também a lista completa dos eventos adversos relatados neste estudo no sub-item 
de “Prevenção de doença causada por CMV em pacientes adultos de TOS”. 


Prevenção de doença causada por CMV em pacientes de TOS 
Os eventos adversos mais frequentemente relatados em estudos clínicos com pacientes adultos foram leucopenia, diarreia, náusea e 
neutropenia em receptores de transplante de órgão sólido tratados até o 100° dia pós-transplante e leucopenia, neutropenia, anemia e 
diarreia em pacientes transplantados renais tratados até o 200º dia pós-transplante. A maioria dos eventos adversos foi de intensidade 
leve ou moderada. Lista de eventos adversos com incidência > 5% observados nos grupos tratados com valganciclovir em estudos clínicos 
em pacientes com retinite causada por CMV e/ou em pacientes submetidos a transplante de órgãos sólidos: 


Distúrbios gastrintestinais: diarreia, náusea, vômito, dor abdominal, obstipação (prisão de ventre), dor na região superior do abdome, 
dispepsia (dificuldade de digestão), distensão abdominal (“estufamento”) e ascite (acúmulo de líquido na barriga). 


Distúrbios gerais e condições do local de administração: febre, fadiga, inchaço dos membros inferiores, dor, inchaço, inchaço 
periférico e fraqueza. 


Distúrbios do sistema sanguíneo e linfático: neutropenia (redução de um dos tipos de glóbulos brancos, responsável pela defesa de 
infecções), anemia (diminuição dos níveis de hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio dos pulmões aos tecidos, na circulação 
sanguínea), trombocitopenia (redução das plaquetas, que auxiliam na coagulação do sangue) e leucopenia (diminuição de glóbulos brancos, 
responsáveis pela defesa do organismo, do sangue). 


Infecções e infestações: candidíase oral (“sapinho”), faringite / nasofaringite (inflamação de garganta ou nariz), sinusite, infecção do 
trato respiratório superior (como resfriado, por exemplo), gripe, pneumonia, bronquite, pneumonia por Pneumocystis carinii e infecção 
do trato urinário. 


Distúrbios do sistema nervoso: dor de cabeça, insônia, neuropatia periférica (comprometimento dos nervos periféricos que se 
manifesta por formigamentos, perda de sensibilidade), parestesia (formigamento ou dormência de uma região do corpo), tremores e 
tontura (excluindo tontura rotatória).


Distúrbios de pele e tecido subcutâneo: dermatite de todos os tipos (inflamação na pele), sudorese noturna, coceira, acne e erupção 
cutânea de todos os tipos. 


Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: tosse, falta de ar, tosse produtiva, rinorreia (coriza) e derrame pleural (acúmulo 
de líquido nos pulmões, popularmente chamado de “água nos pulmões”). 


Distúrbios oculares: descolamento da retina e visão turva. 


Distúrbios psiquiátricos: depressão. 


Investigações: redução de peso e elevação da creatinina sérica (exame de sangue para avaliação do funcionamento dos rins). 


Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: dor nas costas, dor nas articulações, câimbras musculares e dor nos membros. 


Distúrbios renais e urinários: insuficiência renal (problema nos rins) e disúria (dor/ardência para urinar). 


Distúrbios do sistema imune: rejeição do enxerto e do transplante. 


Distúrbios metabólicos e de nutrição: anorexia, caquexia (desnutrição intensa), aumento ou redução de potássio no sangue, redução de 
magnésio no sangue, aumento de glicose (açúcar) no sangue, diminuição de apetite, desidratação, redução de fósforo ou cálcio no sangue. 


Distúrbios hepatobiliares: função do fígado alterada. Procedimentos cirúrgicos e médicos: complicações pós-operatórias, dor no 
pós-operatório, infecção da ferida cirúrgica. 


Trauma, envenenamento e complicações técnicas: aumento da drenagem na ferida cirúrgica e reabertura de ferida previamente 
fechada. 


Distúrbios vasculares: pressão baixa e pressão alta. 


Os eventos adversos sérios considerados relacionados ao uso de Valcyte® e com frequência inferior a 5% são: pancitopenia 
(diminuição global das células do sangue), depressão da medula óssea, anemia aplástica (insuficiência da produção dos precursores 
de hemácias/glóbulos vermelhos), neutropenia febril, diminuição da depuração de creatinina renal, sangramento com potencial risco 
de morte associado à trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas), convulsão, distúrbio psicótico, alucinações, confusão, 
agitação e hipersensibilidade à valganciclovir. A neutropenia (redução de um dos tipos de glóbulos brancos, responsável pela defesa 
contra bactérias) grave é vista com mais frequência em pacientes com retinite causada por CMV submetidos ao tratamento com 
valganciclovir que nos pacientes com transplante de órgãos sólidos que receberam valganciclovir ou ganciclovir oral até o 100° dia 
póstransplante ou valganciclovir até o 200º dia pós-transplante. Houve maior aumento da creatinina sérica em pacientes com transplante 
de órgãos sólidos tratados até o 100° ou 200º dia pós-transplante, tanto com valganciclovir e ganciclovir oral quando comparados a 
pacientes com retinite causada por CMV. Insuficiência renal é uma característica comum aos pacientes com transplante de órgão sólido. 
Em relação à extensão da profilaxia com Valcyte® em pacientes submetidos a transplante renal, uma maior incidência na diminuição dos 
leucócitos (células brancas de defesa) foi relatada no grupo de pacientes que recebeu 200 dias de Valcyte®, sendo a grande maioria 
considerada leve. Quando considerada a leucopenia moderada, os relatos foram semelhantes entre os pacientes que receberam 100 
ou 200 dias da profilaxia com Valcyte®. As incidências de neutropenia, anemia e trombocitopenia foram semelhantes em ambos os 
grupos de tratamento. O perfil de segurança global de Valcyte® em pacientes transplantados renais que receberam 100 e 200 dias de 
profilaxia com Valcyte® foi comparável. 


CMV congênita 
Embora Valcyte® não esteja aprovado para tratamento de CMV congênita e os dados sobre o uso de valganciclovir e ganciclovir em 
neonatos e bebês com infecção sintomática por CMV congênita sejam limitados, nenhum problema de segurança foi identificado e a 
segurança parece consistente com o perfil de segurança conhecido de valganciclovir/ganciclovir. Os eventos adversos mais frequentes 
associados ao tratamento com valganciclovir foram neutropenia, anemia, anormalidade da função hepática e diarreia. A maioria dos 
eventos foi controlável com a continuação do tratamento em estudo. Os únicos eventos adversos sérios associados ao tratamento 
foram neutropenia e anemia. Nenhuma diferença significativa foi observada na taxa de crescimento (circunferência craniana média, peso 
e altura) ao longo do tempo em cada ponto entre os dois grupos de tratamento. 


Experiência dos estudos clínicos com ganciclovir
Valcyte® é rapidamente convertido para ganciclovir. Os eventos adversos relatados com ganciclovir, e não mencionados anteriormente 
estão relacionados a seguir: colangite (inflamação dos canais biliares), dificuldade de deglutir, arroto, inflamação do esôfago, perda do 
controle das evacuações, gases, gastrite, distúrbio gastrintestinal, hemorragia (sangramento) gastrintestinal, ulceração oral, inflamação do 
pâncreas, alterações na língua, desânimo, infecções bacterianas, fúngicas e virais, hemorragia (sangramento), mal-estar, alterações na 
membrana mucosa, dor, reação de fotossensibilidade (sensibilidade à luz), rigidez, sepse (infecção geral grave do organismo), inflamação 
do fígado, icterícia (coloração amarelada de pele e mucosas), alopecia (redução parcial ou total de pelos ou cabelos em uma determinada 
área de pele), pele seca, aumento do suor, urticária (erupção cutânea, acompanhada de coceira), sonhos anormais, amnésia (perda de 
memória), ansiedade, ataxia (incapacidade de coordenar movimentos musculares), coma, boca seca, distúrbio emocional, síndrome 
hipercinética (movimentos excessivos), aumento da rigidez muscular, diminuição da libido, convulsões mioclônicas (contrações muito 
rápidas de um músculo ou um grupo de músculos), nervosismo, sonolência, pensamento anormal, dor musculoesquelética (relacionada 
aos músculos e ossos), síndrome miastênica (doença autoimune, caracterizada por fraqueza e fadiga), hematúria (sangue na urina), 
impotência, insuficiência renal (problemas nos rins), alteração na frequência urinária, aumento de fosfatase alcalina (enzima do fígado), 
creatinofosfoquinase sanguínea (denota lesão de tecido muscular), diminuição da glicose (açúcar) sanguínea, aumento da desidrogenase 
láctica sanguínea (pode denotar lesão de vários tecidos, como pulmão e coração, entre outros), diabetes mellitus, hipoproteinemia 
(diminuição das proteínas no sangue), ambliopia (redução da visão), cegueira, dor de ouvido, hemorragia de olho, dor ocular, surdez, 
glaucoma (pressão alta dos olhos), distúrbio do paladar, tinitus (zumbido), visão anormal, distúrbio do vítreo (parte interna do olho), 
eosinofilia (aumento dos eosinófilos no sangue), leucocitose (aumento do número de glóbulos brancos), linfadenopatia (crescimento de 
um ou mais gânglios linfáticos), esplenomegalia (aumento do volume do baço), alteração do ritmo de batimento do coração (inclusive 
arritmia ventricular), tromboflebite profunda /flebite (inflamação da veia), enxaqueca, aumento da frequência cardíaca, dilatação dos 
vasos sanguíneos e congestão sinusal (região da face). 


Anormalidades laboratoriais 
As anormalidades laboratoriais reportadas em pacientes de TOS foram neutropenia, anemia, trombocitopenia e aumento da creatinina no 
sangue. A incidência de anormalidades laboratoriais foi comparável com a extensão da profilaxia em até 200 dias em pacientes 
transplantados renais de alto risco. 


Experiência pós-comercialização com ganciclovir e Valcyte® 
Os eventos adversos dos relatos espontâneos pós-comercialização com ganciclovir intravenoso ou oral que não foram mencionados nos 
sub-itens acima e para os quais a relação causal não pode ser excluída são anafilaxia (reação alérgica grave, com falta de ar intensa e 
choque) e redução na fertilidade em homens. Qualquer efeito adverso associado a ganciclovir pode também ocorrer com Valcyte®. 
Os eventos adversos relatados durante o período póscomercialização são compatíveis com os observados em estudos clínicos com 
Valcyte® e ganciclovir. 


Atenção: este produto é um medicamento que possui uma nova posologia no país e, embora as pesquisas tenham indicado 
eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis 
ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico. 


9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE 
MEDICAMENTO? 
Experiência de superdose com Valcyte® 
Um adulto desenvolveu depressão total da medula óssea (aplasia medular) após vários dias de uso de dose pelo menos dez vezes maior 
que a recomendada para o grau de insuficiência renal do paciente (depuração de creatinina diminuída). A superdose de valganciclovir 
também pode resultar em aumento da toxicidade renal. A hemodiálise e a hidratação podem ser benéficas para reduzir a concentração 
plasmática do fármaco em pacientes que tenham recebido superdose de valganciclovir. 


Experiência de superdose com ganciclovir intravenoso 
Foram recebidos relatórios de superdose com ganciclovir intravenoso, gerados de estudos clínicos e durante a experiência 
pós-comercialização. Em alguns desses casos não foram relatados eventos adversos. A maioria dos pacientes experimentou um ou mais 
dos seguintes eventos adversos: pancitopenia (diminuição global de elementos celulares do sangue), depressão da medula óssea, aplasia 
medular, leucopenia (diminuição do número de glóbulos brancos no sangue), neutropenia (redução de um dos tipos de glóbulos brancos, 
responsável pelo combate às bactérias), granulocitopenia (redução dos granulócitos, subgrupo específico dos glóbulos brancos, inflamação 
do fígado, distúrbio da função do fígado, agravamento da hematúria (presença de sangue na urina) em um paciente com insuficiência renal 
preexistente, insuficiência renal aguda, creatinina elevada, dor abdominal, diarreia, vômito, tremor generalizado e convulsão. 


Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula 
do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. 


MS – 1.0100.0593 
Farm. Resp.: Tatiana Tsiomis Díaz – CRF-RJ nº 6942 


Fabricado para F. Hoffmann-La Roche Ltd., Basileia, Suíça, 
por Patheon Inc., Mississauga, Canadá 


Embalado por: F. Hoffmann-La Roche Ltd., Kaiseraugst, Suíça 


Registrado, importado e distribuído no Brasil por: 
Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. 
Estrada dos Bandeirantes, 2.020 CEP 22775-109 – Rio de Janeiro – RJ 
CNPJ 33.009.945/0023-39 


Serviço Gratuito de Informações – 0800 7720 289 R 


 www.roche.com.br 


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA 


Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 27/10/2014. 

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