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PENTASA 2G SACHE ENV X 30

  • PENTASA 2G SACHE  ENV X 30
  • código: 011949
    estoque: Disponível
    marca: FERRING

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    3x de R$ 136,67
    sem juros no cartão.
    • Quantidade:

ESPECIFICAÇÕES DO PRODUTO:

Pentasa®
Laboratórios Ferring Ltda.
Grânulos de liberação prolongada
1 g e 2 g


Pentasa Sachê Laboratórios Ferring
mesalazina


IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Pentasa® Sachê
mesalazina


APRESENTAÇÕES
Grânulos de liberação prolongada de:
- 1 g disponível em embalagens com 30 ou 50 sachês
- 2 g disponível em embalagens com 30 ou 15 sachês.


VIA ORAL


USO ADULTO ACIMA DE DEZOITO ANOS DE IDADE


COMPOSIÇÃO
Pentasa Sachê 1g:
Cada sachê com grânulos de liberação prolongada contém:
mesalazina ..................................................................................................... 1000 mg
Excipientes: povidona e etilcelulose.
Pentasa Sachê 2g:
Cada sachê com grânulos de liberação prolongada contém:
mesalazina ..................................................................................................... 2000 mg
Excipientes: povidona e etilcelulose.


INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações abaixo. Caso não esteja seguro a respeito
de determinado item, favor informar ao seu médico.


1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Pentasa® Sachê está indicado como anti-inflamatório para reduzir as reações inflamatórias que
acometem as mucosas gastrointestinais na retocolite ulcerativa idiopática (inflamação crônica das
camadas mais superficiais, que revestem o intestino grosso e reto, onde pode provocar lesões nas áreas
afetadas) em pacientes acima de 18 anos de idade. É também utilizado para prevenir e reduzir as
recidivas dessas enfermidades.


2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Pentasa® tem como ingrediente ativo a mesalazina que atua na parede intestinal do aparelho digestivo
como um anti-inflamatório local.
A atividade terapêutica da mesalazina depende do contato local da mesalazina com a área inflamada da
mucosa intestinal.
A mesalazina é continuamente liberada na forma oral a partir do grânulo de liberação prolongada no
trato gastrintestinal em quaisquer condições de pH intestinais.
Os grânulos entram no duodeno dentro do período de uma hora após a administração,
independentemente da administração de alimentos. O tempo médio do trânsito intestinal em voluntários
saudáveis é de aproximadamente 3 a 4 horas.
O tempo para que ocorra o efeito é individual, uma vez que o movimento peristáltico intestinal varia de
indivíduo para indivíduo. Além disso, o tempo para que ocorra o efeito será dependente da localização
da doença. Quanto mais proximal a localização da doença, mais rápido o efeito e vice-versa.
Portanto, o efeito pode ser esperado no período entre 2 e 5 horas.


3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Pentasa® não deve ser utilizado caso a resposta para alguma das perguntas a seguir for “SIM”:
- Você possui hipersensibilidade (reação alérgica) aos salicilatos (por exemplo: ácido acetil salicílico -
AAS)?
- Você possui hipersensibilidade (reação alérgica) a qualquer componente da formulação?
- Você possui doença renal ou hepática séria?
Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.


4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e precauções
A maioria dos pacientes que são intolerantes à sulfassalazina pode utilizar Pentasa® sem risco de
reações similares. No entanto, pacientes alérgicos à sulfassalazina devem ter cautela ao utilizar o
Pentasa® (risco de alergia a salicilatos). Em caso de reações de intolerância aguda, tais como cólicas
abdominais, dor abdominal aguda, febre, dor de cabeça severa e erupção cutânea, a terapia deve ser
descontinuada.
O produto deve ser utilizado com cautela em pacientes com função hepática e renal prejudicada. Antes
e durante o tratamento, pacientes com a função hepática prejudicada devem realizar exames para
verificar os parâmetros de função hepática. Não é recomendado o uso do produto em pacientes com
insuficiência renal. Os pacientes devem fazer exames periódicos (por exemplo, avaliações de
creatininemia), especialmente durante a fase inicial do tratamento. O status urinário deve ser
determinado antes e durante o tratamento a pedido do médico.
Em pacientes que desenvolveram disfunção renal durante o tratamento, deve-se suspeitar de
nefrotoxicidade induzida pela mesalazina. Deve-se aumentar a frequência do monitoramento da função
renal, caso o produto seja utilizado concomitantemente com outros agentes conhecidos como sendo
nefrotóxicos.
Pecientes com doenças pulmonares, em particular asma, devem ser cuidadosamente monitorados
durante o tratamento.
Reações de hipersensibilidade cardíaca induzidas por mesalazina (mio e pericardites) e alterações
sanguíneas sérias têm sido raramente relatadas com mesalazina. É recomendado realizar a contagem de
células sanguíneas tanto no início quanto durante o tratamento. O tratamento deve ser descontinuado
caso haja suspeita ou evidências destas reações adversas.


Gravidez e lactação
Pentasa® deve ser utilizado com cautela durante a gravidez e a lactação, portanto o médico deve avaliar
o risco/benefício da utilização do produto.
A mesalazina é conhecida por atravessar a barreira placentária e a sua concentração plasmática no
cordão umbilical é menor que a concentração no plasma materno. O metabólito acetil-mesalazina é
encontrado em concentrações similares no cordão umbilical e no plasma materno. Diversos estudos
observacionais não demonstraram efeitos teratogênicos e não há evidência de risco significativo do uso
em humanos.
Estudos em animais com mesalazina oral não indicam efeitos diretos ou indiretos com relação à
gravidez, desenvolvimento fetal, parto e desenvolvimento pós natal. Desordens sanguíneas
(pancitopenia, leucopenia, trombocitopenia, anemia) foram relatadas em recém-nascidos de mães
tratadas com Pentasa®.
Em apenas um caso após o uso por longo período de altas doses de mesalazina (2 – 4 g oral) durante a
gravidez, foi relatada a falência renal em um neonato.
A mesalazina é excretada no leite materno. A concentração de mesalazina no leite materno é menor que
no sangue materno, enquanto que o metabólito (acetil-mesalazina) aparece em concentrações similares
ou aumentadas. Há experiência limitada do uso de mesalazina em mulheres lactantes. Não foram
realizados estudos controlados com Pentasa® durante a amamentação. Reações de hipersensibilidade
como diarreia na criança não podem ser excluídas. Se a criança desenvolver diarreia, a amamentação
deve ser descontinuada.
Dados de animais não demonstraram efeitos da mesalazina na fertilidade masculina e feminina.


Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.


Efeito na capacidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas
O tratamento com Pentasa® não parece ter efeito na capacidade de dirigir veículos e/ou operar
máquinas.


Interações medicamentosas
Demonstrou-se, por diversos estudos, que a terapia combinada de Pentasa® com azatioprina, 6-
mercaptopurina ou tioguanina (substâncias medicamentosas) mostra maior frequência de
mielossupressão (diminuição da produção de células sanguíneas), portanto parece que existe uma
interação. No entanto, o mecanismo que leva a interação não está completamente estabelecido.
Recomenda-se o monitoramento regular, através de exames de sangue, para verificar a quantidade de
glóbulos brancos sanguíneos e o regime de uso das tiopurinas deve ser ajustado de forma adequada.
Há uma fraca evidência de que a mesalazina possa reduzir o efeito anticoagulante da varfarina.


Interação com alimento e álcool
O trânsito e a liberação de mesalazina após a administração oral são independentes da co-administração
de alimentos, enquanto que a absorção sistêmica será reduzida.
Alta concentração de etanol (40%) pode influenciar a liberação da droga de preparações de liberação
modificada de mesalazina in vitro. Entretanto, não é esperada interação quando a mesalazina é
consumida ocasionalmente com bebidas alcoólicas.


Alterações de exames laboratoriais
Não há estudos bem controlados que constatem alterações em exames laboratoriais. Porém, alterações
nas funções hepáticas e renais e nos componentes sanguíneos são relatados como reações adversas
raras. Possivelmente ocorram alterações em consequência destas reações adversas.


Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.


5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
O medicamento deve ser mantido à temperatura ambiente (temperatura entre 15°C e 30ºC) e em sua
embalagem original, ao abrigo da luz e da umidade.


Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.


Características físicas e organolépticas
Pentasa® Sachê possui grânulos cilíndricos de coloração cinza claro a marrom claro.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.


Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.


6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?


OS GRÂNULOS DE PENTASA® SACHÊ NÃO DEVEM SER MASTIGADOS.
Após a abertura do sachê a administração deve ser imediata (via oral).
O conteúdo do sachê deve ser esvaziado diretamente na língua e engolido com água. Não
suspender Pentasa® Sachê em água ou outros líquidos. É importante assegurar que nenhum
grânulo permaneceu na sua boca. É importante tomar as doses regularmente para que o efeito desejado
seja obtido.


Posologia
- Retocolite Ulcerativa – Adultos (em pacientes acima de 18 anos de idade):
Tratamento agudo: Dose individual de até 4 gramas divididas ao longo do dia (4 sachês de 1 g ou 2
sachês de 2 g).
Tratamento de manutenção: Dose inicial recomendada de 2 g uma vez ao dia (2 sachês de 1 g ou 1
sachê de 2 g).


O limite máximo diário de administração é de 4 g/dia.


Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.


Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.


Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.


7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
No caso de esquecimento da dose fazer uso do medicamento imediatamente após o momento em que se
deu conta do esquecimento. A próxima dose deve ser administrada no horário em que está acostumado,
entretanto, o intervalo entre as duas doses deve ser, no mínimo, de 3 horas. Caso o intervalo seja menor
do que 3 horas, não tomar a dose esquecida.


Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.


8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
É importante notar que muitas das desordens podem ser atribuídas à própria doença inflamatória
intestinal.


As reações adversas mais frequentemente observadas em estudos clínicos são diarreia, nausea, dor
abdominal, dor de cabeça, vômito e rash (lesões na pele).
Reações de hipersensibilidade e febre podem ocorrer ocasionalmente.
As seguintes reações adversas, apresentadas por sistemas corporais, foram infrequentemente relatas
(isto é, menos de 1% dos pacientes) em testes clínicos realizados para colite ulcerativa e doença de
Crohn. Em muitos casos a relação de causalidade com Pentasa não foi estabelecida:


Sistema Nervoso: depressão, insônia, parestesia, sonolência.
Cardiovascular: palpitações e vasodilatação.
Gastrointestinais: agravamento da colite ulcerativa, anorexia, aumento da fosfatase alcalina, aumento
do LDH (lactato desidrogenase), candidíase (monilíase oral), constipação, disfagia, distensão
abdominal, fezes anormais (alterações na cor e textura), incontinência fecal, melena (diarreia
sanguinolenta), sangramento gastrointestinal, sangramento retal, sede, úlcera de esôfago, úlcera
duodenal, ulceração bucal.
Dermatológicas: acne, alterações nas unhas, edema, equimose, fotossensibilidade, secura da pele,
sudorese.
Outras Reações: albuminuria, amenorreia, astenia, aumento da lipase, cãibras nas pernas, conjuntivite,
dor no peito, hematúria, hipomenorréia, incontinência urinária, mal-estar, menorragia, metrorragia,
Síndrome de Kawasaki, trombocitemia.


Frequência das reações adversas com base nos testes clínicos realizados pela Ferring e relatos de
eventos pós-comercialização:


Reação comum (> 1/100 e < 1/10):
Sistema Nervoso: cefaleia
Gastrointestinais: diarreia, dores abdominais, náusea, vômitos, flatulência.
Dermatológicas: erupção cutânea (incluindo urticária, erupção eritematoso).
Desordens gerais e no local da administração: (apenas para administração retal) desconforto anal e
irritação no local de aplicação, prurido, tenesmo.


Reação rara (> 1/10.000 e < 1/1.000):
Sistema Nervoso: tontura.
Cardiovascular: miocardite* e pericardite*.
Gastrointestinais: aumento da amilase, e pancreatite* aguda.


Reação muito rara (< 1/10.000):
Sangue e sistema linfático: anemia, anemia aplástica, agranulocitose, neutropenia, leucopenia
(incluindo granulocitopenia), pancitopenia ,trombocitopenia e eosinofilia (como parte de uma reação
alérgica).
Sistema Imune: reação de hipersensibilidade incluindo exantema alérgico, reação anafilática, síndrome
de DRESS (Drug Rash With Eosinophilia and Systemic Symptoms), eritema multiforme, síndrome de
Steven-Johnson e febre.
Sistema nervoso: neuropatia periférica.
Sistema Respiratório: alveolite alérgica, reações pulmonares alérgicas e fibróticas (incluindo dispneia,
tosse, broncoespasmo), eosinofilia pulmonar, doença pulmonar intersticial, infiltração pulmonar,
pneumonia) e pneumonite.
Gastrointestinais: pancolite.
Hepato-biliar: aumento das enzimas hepáticas, dos parâmetros de colestase e bilirrubina,
hepatotoxicidade (incluindo hepatite*, hepatite colestásica, cirrose, disfunção hepática).
Dermatológicas: alopecia reversível.
Musculoesqueléticas e ossos: mialgia, artralgia, reações similares ao lúpus eritematoso.
Urinárias e renais: comprometimento da função renal (incluindo nefrite intersticial* aguda e crônica,
síndrome nefrótica, insuficiência renal) e descoloração da urina.
Sistema reprodutor: oligospermia (reversível).


Reações com frequência desconhecida:
Gastrointestinais: icterícia, icterícia colestática e possível dano hepatocelular, que inclui necrose do
fígado. Houve um relato de síndrome de Kawasaki que levou a alterações da função hepática.
Dermatológicas: angioedema.
Desordens gerais e no local da administração: dor no peito.
* O mecanismo de mio e pericardite, pancreatite, nefrite e hepatite induzido pela mesalazina é
desconhecido, porém pode ser de origem alérgica.


Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações
indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de
atendimento.


9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A
INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
No caso de reações adversas intensas, suspender o uso do produto e imediatamente contatar o seu
médico.
A experiência de superdosagem com a mesalazina é muito limitada e existem poucos casos relatados
com Pentasa®, os quais não indicam toxicidade renal ou hepática. Não há um antídoto específico e o
tratamento deve ser sintomático e de suporte.
Há relatos de pacientes utilizando doses diárias de 8 gramas por um mês sem nenhum efeito adverso.
Recomenda-se o monitoramento da função renal.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico
e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você
precisar de mais orientações.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA


DIZERES LEGAIS
MS – 1.2876.0002


Farm. Resp.: Helena Satie Komatsu
CRF/SP 19.714


Fabricado por: Ferring International Center SA – FICSA
St. Prex, Suíça


Importado, comercializado e registrado por:
Laboratórios Ferring Ltda.
Praça São Marcos, 624
05455-050 - São Paulo – SP
CNPJ: 74.232.034/0001-48


SAC: 0800 772 4656
www.ferring.com.br

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Caso o produto que procura não esteja na lista abaixo, favor contatar-nos por telefone ou e-mail.

Imediatamente após receber a confirmação de pagamento pela instituição financeira o pedido é encaminhado à expedição a qual enviará por e-mail informação com o localizador da entrega para fins de rastreamento.


Todas as entregas são cobertas por companhia seguradora.

Medicamentos controlados pela portaria 344 da ANVISA deverão ser aviados na loja.

Medicamentos conservados sob refrigeração só serão despachados via Sedex de segunda à quarta-feira. Situações especiais devem ser tratadas por telefone.


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