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  • ZELBORAF 240MG CAIXA COM 56 COMPRIMIDOS
  • ZELBORAF 240MG CAIXA COM 56 COMPRIMIDOS

    código: 015868
    marca: ROCHE

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ESPECIFICAÇÕES:

tratamento de melanoma

Código: 015868
Código Barra:
Fabricante: ROCHE

DESCRIÇÃO DO PRODUTO:

Zelboraf
(vemurafenibe)

Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A.
Comprimidos revestidos
240 mg 

Inibidor seletivo de enzimas de tumores, diminuindo assim a multiplicação de suas células

APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos de 240 mg, em caixa que contém 56 comprimidos

VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Via oral

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO
Princípio ativo: 240 mg de vemurafenibe na forma de dispersão sólida em hipromelose acetato succinato.
Excipientes: dióxido de silício, croscarmelose sódica, hiprolose e estearato de magnésio. Componentes do
revestimento: álcool polivinílico, dióxido de titânio, macrogol, talco e óxido férrico vermelho.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações a seguir. Caso não esteja seguro a respeito de
determinado item, por favor, informe ao seu médico.

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Zelboraf é indicado para o tratamento de melanoma (doença maligna das células da pele que produzem o pigmento
chamado melanina) que não possa ser retirado ou que apresente metástases. Está indicado para casos de melanoma
que apresentem um tipo de mutação chamada de BRAF V600E, quando detectado por um teste aprovado pela
ANVISA.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Zelboraf é uma molécula que inibe a ação de algumas enzimas no tumor, diminuindo a multiplicação e a sobrevida
de suas células.
O tempo mediano observado para resposta ao tratamento com Zelboraf foi de 1,45 mês (variação de 1,0 a 5,5).

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deverá usar Zelboraf se tiver alergia ao princípio ativo (vemurafenibe) ou às substâncias usadas na
fabricação do comprimido revestido.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você só deve tomar Zelboraf se apresentar tumor com mutação BRAF V600E confirmada.
Alguns pacientes que estavam tomando Zelboraf desenvolveram um câncer de pele chamado espinocelular
cutâneo. Esse câncer ocorreu, geralmente, no início do tratamento e com maior frequência em pessoas com 65 anos
ou mais, com histórico de câncer de pele anteriormente e com exposição crônica ao sol. Em geral, é possível tratar
esse tipo de câncer retirando a lesão, e o tratamento com Zelboraf pode ser mantido. No entanto, é recomendável
que você faça um exame dermatológico antes de começar a tomar Zelboraf e continue fazendo exames periódicos
durante o tratamento e até seis meses depois de terminá-lo. Se você notar qualquer lesão cutânea, avise ao seu
médico.

Têm sido reportados casos de câncer espinocelular que não fossem cutâneos em pacientes recebendo Zelboraf

Você deverá fazer exames de cabeça e pescoço antes de iniciar o tratamento e a cada três meses durante o
tratamento. Além disso, deverá fazer uma tomografia de tórax antes do início do tratamento e a cada seis meses a
partir de então. Exames pélvicos (para mulheres) e exames anais são recomendados antes e no final do tratamento ou
conforme orientação médica. 

Novos melanomas primários têm sido reportados em estudos clínicos. Os casos foram tratados e os pacientes
continuaram utilizando Zelboraf sem necessidade de alterar a dose. Você deverá ser monitorado por seu médico,
conforme descrito acima para câncer espinocelular cutâneo.

Zelboraf pode causar progressão de cânceres associados com mutações do gene RAS (exacerbação de caso de
leucemia crônica foi reportado). Zelboraf deve ser usado com cautela em pacientes com histórico de câncer
associado à mutação RAS ou que passe a apresentá-lo durante o tratamento.

Foram relatados casos de reações alérgicas graves, incluindo anafilaxia (reação grave, geralmente imediata, que
inclui queda abrupta da pressão arterial e dificuldade respiratória), lesões de pele generalizadas e vermelhidão em
todo o corpo com queda da pressão arterial. Se isso ocorrer no seu caso, você não poderá utilizar Zelboraf
novamente.

Reações dermatológicas graves têm sido reportadas por pacientes em tratamento com Zelboraf, incluindo casos
raros de síndrome de Stevens-Johnson (inclui lesões cutâneas generalizadas, como bolhas, que podem atingir
também as mucosas), necrólise epidérmica tóxica (camada superficial da pele se solta em lâminas) e reação ao
medicamento com eosinofilia e sintomas sistêmicos (síndrome DRESS) (síndrome de reação ao medicamento
associada à elevação de células do sangue e sintomas pelo corpo). Se isso ocorrer no seu caso, você não poderá
utilizar Zelboraf novamente.

Casos de dermatite (inflamação de pele) relacionada à radiação e sensibilização à radiação foram reportados em
pacientes tratados com radiação antes, durante ou após o tratamento com Zelboraf. A maioria dos casos de sensibilização foi relacionada à pele, mas alguns casos envolveram órgãos internos e foram fatais. Zelboraf deve ser usado com cautela quando administrado concomitantemente ou após o tratamento com radiação.

Em um estudo com Zelboraf, foi constatado prolongamento do intervalo entre as ondas Q e T (comumente
chamado de intervalo QT) do eletrocardiograma. Isso pode levar a arritmias do coração, que podem ser graves. Por
isso, se você estiver com alterações dos eletrólitos no sangue (por exemplo, sódio, potássio, cálcio e magnésio) que
não possam ser corrigidas, tiver diagnóstico de QT longo ou estiver recebendo medicamentos que prolonguem o
intervalo QT, não deverá utilizar Zelboraf. Além disso, será necessário monitorar o seu eletrocardiograma e os
eletrólitos em seu sangue durante o tratamento com Zelboraf e sempre que a dose deste medicamento for alterada.
Pode haver necessidade de diminuir a dose de Zelboraf ou mesmo de suspender o tratamento de acordo com as
alterações encontradas.

Lesão no fígado, incluindo casos de lesão grave, foi relatada com o uso de Zelboraf. Podem ocorrer alterações dos exames laboratoriais referentes ao fígado durante o tratamento com Zelboraf. Por isso, é necessário medir as
enzimas hepáticas (exame de sangue que dosa enzimas do fígado, para ver se está ocorrendo lesão das células do
fígado) antes do início do tratamento e monitorá-las mensalmente durante o tratamento, conforme orientação médica.
Se houver alteração, poderá ser necessário reduzir a dose ou suspender o medicamento.

Os dados de segurança e eficácia dos estudos clínicos de Zelboraf foram coletados em pacientes utilizando o
medicamento com ou sem alimentos.

Pode haver reação de fotossensibilidade (quando aparecem reações na pele ao se expor à luz) de intensidade leve a
grave. Você deverá evitar exposição solar enquanto estiver recebendo Zelboraf e por, no mínimo, cinco dias após o
término do tratamento, usando roupas que protejam do sol e filtro solar UVA e UVB, juntamente com protetor labial
(Fator de Proteção Solar – FPS – maior que 30).

Reações graves nos olhos, incluindo uveíte (inflamação no olho), foram relatadas. Os pacientes devem ser
monitorados rotineiramente em relação às reações nos olhos. 

Não é recomendada a administração de ipilimumabe e Zelboraf ao mesmo tempo.

Anormalidades laboratoriais de testes de função do fígado podem ocorrer com Zelboraf. Enzimas do fígado devem
ser medidas antes do início do tratamento e monitoradas mensalmente durante o tratamento ou conforme indicação
médica. Podem ocorrer também anormalidades laboratoriais relacionadas à creatinina (exame de sangue feito para 
avaliar o funcionamento dos rins). Por isso, creatinina sérica deve ser medida antes do início do tratamento e
periodicamente monitorada durante o tratamento, conforme indicação médica.
Não foram feitos estudos ainda sobre a influência deste medicamento na capacidade de dirigir veículos ou operar
máquinas.

Não foram feitos estudos em gestantes. Embora não tenham sido constatadas malformações em estudos feitos com
animais de laboratório, não é possível garantir a segurança à mulher grávida.

Uso na gravidez apenas se os potenciais benefícios para a mãe superarem os possíveis riscos para o feto.

Mulheres com possibilidade de engravidar e homens devem usar medidas contraceptivas adequadas durante o
tratamento com Zelboraf e durante, pelo menos, seis meses depois do término do tratamento.

Não se sabe se Zelboraf é seguro no trabalho de parto ou no parto.

Não foi ainda estabelecido se Zelboraf pode ser passado para o leite materno. Deve-se tomar uma decisão entre
descontinuar a amamentação ou Zelboraf depois de considerar os benefícios do aleitamento materno para a criança
e os benefícios da terapia para a mãe.

Não foram feitos ainda estudos sobre a segurança e a eficácia de Zelboraf em crianças e adolescentes com menos de 18 anos.

Estudos realizados em pessoas com 65 anos ou mais mostraram que os efeitos de Zelboraf são semelhantes aos que ocorrem nos adultos mais jovens e que não é necessário fazer ajustes na dose.

Os eventos adversos mais sérios que ocorreram com maior frequência em mulheres que em homens foram: reações
de pele, dor nas articulações e fotossensibilidade.

Os dados relativos ao tratamento com Zelboraf, em pacientes com funcionamento dos rins ou fígado prejudicado,
são limitados. O risco de aumento de exposição de Zelboraf em pacientes com funcionamento dos rins e fígado
gravemente prejudicado não pode ser excluído.

Até o momento, não há informações de que Zelboraf possa causar doping. Em caso de dúvida, consulte o seu
médico.

O uso de Zelboraf pode aumentar a quantidade de cafeína, varfarina (remédio usado para diminuir a coagulação do
sangue), tizanidina (remédio usado como relaxante muscular) e dextrometorfano (remédio usado para aliviar a tosse)
e diminuir a de midazolam (remédio para dormir), se você estiver usando esses medicamentos durante o tratamento.
A administração concomitante de Zelboraf com um forte inibidor de CYP3A4 (ex.: cetoconazol, itraconazol,
claritromicina, atazanavir, nefazodona, saquinavir, telitromicina, ritonavir, indinavir, nelfinavir e voriconazol) ou
indutor de CYP3A4 (ex.: fenitoína, carbamazepina, rifampicina, rifabutina, rifapentina e fenobarbital) pode alterar as
concentrações de Zelboraf.

Pacientes em tratamento com Zelboraf apresentam maior potencial de toxicidade ao tratamento com radiação.
Deve-se ter cautela ao administrar Zelboraf juntamente com digoxina (medicamento utilizado para mau
funcionamento do coração), pois Zelboraf pode alterar as concentrações de digoxina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. 

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Zelboraf deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC), na embalagem original,
protegido da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Descarte de medicamentos não utilizados e / ou com data de validade vencida. O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto, e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local estabelecido, se disponível.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A dose recomendada de Zelboraf é de 960 mg (quatro comprimidos de 240 mg), duas vezes por dia, totalizando
oito comprimidos ao dia.

A primeira dose deve ser tomada pela manhã, e a segunda, à noite, com um intervalo de, aproximadamente, 12 horas
entre as duas doses. As doses podem ser tomadas com ou sem alimentos.

Os comprimidos devem ser engolidos com um copo de água. Os comprimidos não podem ser esmagados nem
mastigados.

O tratamento deverá continuar até que apareça progressão da doença ou até que apareça efeito colateral intolerável.
Se ocorrerem efeitos colaterais da medicação que provoquem sintomas ou o aumento do intervalo QT no
eletrocardiograma, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar Zelboraf. Não são recomendáveis reduções
para menos de 480 mg duas vezes por dia. Em caso de câncer de pele tipo espinocelular, não são recomendadas
reduções da dose de Zelboraf.

Caso haja vômitos após a administração de Zelboraf, você não deve tomar uma dose adicional do medicamento e o
tratamento deve continuar como de costume.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você esquecer (ou não puder por qualquer motivo) de tomar uma das doses, ela poderá ser tomada até quatro
horas antes da dose seguinte. Você não poderá dobrar a dose seguinte para compensar uma dose perdida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Os efeitos colaterais descritos a seguir foram identificados em estudos clínicos de Zelboraf e apareceram em 10%
ou mais das pessoas que utilizaram Zelboraf:

Distúrbios de pele e do tecido subcutâneo: erupção (lesões) de pele, reações de fotossensibilidade (sensibilidade à
luz), alopecia (queda de pelos ou cabelos), coceira, hiperqueratose (formação de pele anormalmente grossa, como
um calo), queratose actínica (espessamento anormal da pele), pele seca, exantema maculopapular e papular
(formação de lesões elevadas na pele), eritema (vermelhidão), síndrome de eritrodisestesia palmoplantar (sintomas
de vermelhidão e sensações anormais em palmas e plantas). 

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conectivo: artralgia (dor nas articulações, “juntas”), mialgia (dor
muscular), dor nos membros, dor musculoesquelética (dor nos músculos e ossos ou articulações), dor nas costas,
artrite (inflamação de articulações).

Distúrbios gerais e condições no local de administração: fadiga (sensação de cansaço generalizado), edema (inchaço)
nos membros, febre, astenia (sensação de fraqueza muscular generalizada).

Distúrbios gastrintestinais: náuseas (enjoo), diarreia, vômitos, obstipação (intestino “preso”).

Distúrbios do sistema nervoso: cefaleia (dor de cabeça), disgeusia (alteração do paladar), neuropatia periférica
(afecção dos nervos de mãos e pés).

Neoplasias benignas, malignas e não especificadas (incluindo cistos e pólipos): papiloma cutâneo (tumor benigno da
pele), carcinoma espinocelular de pele (câncer de pele), queratose seborreica.

Exames: gama-glutamiltransferase (exame de sangue que identifica alteração de uma enzima do fígado que pode
estar relacionada à lesão por medicamentos) aumentada, diminuição de peso.

Distúrbios do metabolismo e nutrição: redução de apetite.

Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: tosse.

Lesões, envenenamentos e complicações: queimadura solar.

Os seguintes efeitos colaterais importantes foram reportados em menos de 10% do grupo tratado com Zelboraf®
 nos estudos clínicos:
Distúrbios de pele e do tecido subcutâneo: queratose pilar (aumento da espessura da pele próximo aos pelos,
vulgarmente “bolinhas”), paniculite (inflamação com formação de nódulos sob a pele), eritema nodoso (lesões
avermelhadas como pequenos tumores dolorosos sob a pele), síndrome de Stevens-Johnson (lesões, como bolhas na
pele e nas mucosas), necrólise epidérmica tóxica (camada superficial da pele se solta em lâminas).

Distúrbios do sistema nervoso: tontura, paralisia do VII par craniano (paralisia facial).

Neoplasias benignas, malignas e não especificadas (incluindo cistos e pólipos): carcinoma basocelular (câncer de
pele menos grave que o espinocelular).

Infecções e infestações: foliculite (inflamação no local onde nascem os pelos).

Distúrbios oftalmológicos: oclusão (entupimento) da veia da retina, uveíte (inflamação do olho).

Distúrbios vasculares: vasculite (inflamação dos vasos).

Mais informações sobre reações adversas selecionadas:
Carcinoma espinocelular cutâneo (CEC) (vide item “O que devo saber antes de tomar este medicamento”)
Nos estudos, a incidência de CEC em pacientes tratados com Zelboraf foi de, aproximadamente, 20%. A maioria
foi classificada como subtipos mais benignos e menos invasivos de CEC. A maioria das lesões classificadas como
“outras” (43%) era lesão benigna (por exemplo: verruga vulgar, queratose actínica, queratose benigna, cisto / cisto
benigno).

Reações de hipersensibilidade (vide item “O que devo saber antes de tomar este medicamento”)
Foi reportado um caso de reação de hipersensibilidade, com erupção cutânea, febre, tremores e queda da pressão
arterial oito dias depois do início do tratamento com 960 mg de Zelboraf, duas vezes por dia, em um estudo 
clínico. Sintomas similares foram observados com a reintrodução do tratamento com uma dose única de 240 mg de
Zelboraf. O paciente descontinuou definitivamente Zelboraf e se recuperou sem sequelas.

Prolongamento de QT (vide item “O que devo saber antes de tomar este medicamento”).
A análise de dados eletrocardiográficos de um estudo mostrou que ocorre um aumento médio do intervalo entre a
onda Q e a onda T no eletrocardiograma em relação ao valor normal do paciente. Esse prolongamento aumenta com
a dose e com o tempo de tratamento até o 15º dia. A partir do primeiro mês de tratamento, permanece estável. A
previsão é de que o prolongamento pode ser maior para pacientes obesos (com IMC de 45 kg/m2) e ocorrer com
maior frequência em mulheres.

Alterações laboratoriais
Ocorreram alterações laboratoriais hepáticas nos estudos realizados com Zelboraf®
 em gama-glutamiltransferase (GGT) (11,5%), aspartato aminotrasferase (AST) (0,9%), alanina aminotransferase (ALT) (2,8%), fosfatase alcalina (2,9%) e bilirrubinas (1,9%). Exceto para GGT e AST, nenhum paciente apresentou alterações grau 4. Também podem ocorrer alterações de creatinina (27,9%).

Pós-comercialização
Foram relatados casos de exacerbação de leucemia crônica (LMMC)*, adenocarcinoma pancreático (tumor no
pâncreas)*, síndrome de reação ao medicamento associada à elevação de células do sangue e sintomas pelo corpo
(síndrome DRESS), danos causados por radiação (inflamação e danos na pele, inflamação dos pulmões, do esôfago,
do reto, do fígado, da bexiga e morte de tecidos) e lesão aguda nos rins, todos com frequência desconhecida. Relatos
de lesão no fígado, neutropenia (diminuição de células brancas no sangue) e pancreatite (inflamação do pâncreas)
foram incomuns.

* Leucemia mielomonocítica crônica e adenocarcinoma pancreático preexistentes, ambos com mutação n-ras.

Alterações laboratoriais
No período pós-comercialização, foram reportadas alterações laboratoriais de fígado e elevação simultânea da
concentração de bilirrubina. Houve também alterações laboratoriais de creatinina.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança
aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou
desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Não existe nenhum antídoto para Zelboraf. Se você apresentar efeitos colaterais, precisará receber tratamento para
os sintomas. Se aparecer lesão de pele grave com muita coceira e cansaço, você precisa suspender Zelboraf®
imediatamente e entrar em contato com seu médico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.


MEDICAMENTOS ONCOLOGIA
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FORMAS DE PAGAMENTO:
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